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Com seiscentas vagas a mais, retorno do Rotativo deve ficar para fevereiro de 2019

08 Novembro 2018 08:58:48

Processo licitatório será aberto somente depois de um estudo de viabilidade que deve ser entregue na próxima semana

Jmais
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O edital que deve ser lançado em breve para contratação de empresa que explore o estacionamento rotativo em Canoinhas prevê a criação de mais 600 vagas. Até o interrompimento do serviço eram 1.380 vagas.

As novas vagas serão criadas em trechos das ruas Francisco de Paula Pereira, Getúlio Vargas, Frei Menandro Kamps, Barão do Rio Branco, Major Vieira, Duque de Caxias e 12 de Setembro.

A expectativa do Executivo é de realizar o processo licitatório ainda neste ano. Mas é pouco provável que isso ocorra. O processo ainda não foi aberto. Depende de um estudo de viabilidade que ainda está em andamento e que deve ser entregue na próxima semana. Só então o processo licitatório será aberto. “Para este ano, no período natalino, não teremos rotativo”, reconheceu o vereador Wilmar Sudoski (PSD).

O vereador citou o exemplo de Joinville, que está há quatro anos sem estacionamento rotativo. “É o mesmo caso de Canoinhas, que vem sendo penalizada por causa de questionamentos relacionados a processos licitatórios”, disse o vereador ao ler resposta de requerimento enviado pela Câmara de Vereadores ao Executivo, durante a sessão desta terça-feira, 6. A expectativa de Sudoski é de que o Rotativo volte a funcionar em fevereiro de 2019.

Vereador Célio Galeski (PSD) alertou para as perdas do Município com a paralisação do Rotativo. “O Município arrecadava R$ 50 mil por mês, dinheiro que era investido na melhoria do trânsito. Perdemos a receita, tivemos de pagar uma empresa para fazer um estudo, então veja o prejuízo de uma denúncia feita por puro denuncismo. Se tivesse algum direcionamento para empresa o próprio Tribunal (de Contas) teria apontado isso, e não foi o que aconteceu”, frisou.

Coronel Mario Erzinger (PR) também lamentou o fato de o Rotativo não voltar antes do Natal. “O papel fiscalizatório do cidadão é muito importante, mas quando o Tribunal de Contas vai averiguar, nem sempre há alguma irregularidade. Fomos pessoalmente lá (no TCE) tratar do assunto e os próprios conselheiros nos explicaram que é comum acontecer isso”, lamentou.



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